É difícil estabelecer parâmetros para dizer qual navegador é melhor, pois disso dependem gostos intrínsecos de cada ser. Conheço gente que adora o I.E. 6 porque não existe o sistema de abas. Tem gente que não larga o firefox de jeito nenhum por causa dos plugins. Existem aqueles que são fã do Opera pela sua rapidez na renderização das páginas. Qual parâmetro usar?
Como programador vou utilizar o parâmetro mais conveniente para eu dizer qual o melhor browser: A compatibilidade com os padrões estabelecidos. Por quê? Simples… facilita o trabalho de programação. Se todos os navegadores seguissem a risca os padrões, não precisaria programar a mesma página de maneiras diferentes de acordo com o navegador.
Estabelecido os parâmetros vamos à ferramenta. Utilizaremos para testar o site http://acid3.acidtests.org/que renderiza uma animação / página que mede a fidelidade de reprodução do navegador.
Vamos aos resultados:
Em ultimo lugar temos o Internet Explorer 7 (v 7.0.57530.13). A imgaem é clara:
Em quinto lugar temos o Internet Explorer 8 RC 1:
Em quarto lugar temos o Firefox 3.0.6:
Em terceiro lugar ficou o Google Chrome (1.0.154.48):
O segundo lugar foi conquistado pelo Firefox, mas desta vez na versão 3.1 Beta 2:
Já o primeiríssimo lugar foi o Opera 10 alpha:
Como pudemos ver, o único navegador que atende 100% dos padrões é o Opera, que ainda está na versão alpha - que na minha opinião está muito cedo para usar. Já o Firefox 3.1 está na versão Beta 2 bem estável e não posso esconder que sou fã dos plugins.
Fica aí um auxílio para sua decisão. Eu fico com os 93/100 do firefox 3.1 funcionando direitinho e com todos seus plugins.
Depois de um longo e tenebroso inverno, que na realidade foi durante o verão, estou escrevendo novamente. Ainda com projetos de virtualização, programando em PHP e administrando servidores… Quem sabe amanhã isso mude um pouco?
Deixando isso pra lá e indo ao que interessa…
Hoje, qualquer lugar oferece conexão com a rede mundial de computadores. Qualquer lugar mesmo! Durante uma viagem fiquei em uma pousada onde não pega celular, ligações telefônicas apenas a cobrar, mas oferecia internet wireless na varanda. Como estava de férias, sem qualquer equipamento mais complexo que um celular (nem 3G é…) não confirmei nem testei a conexão. Se nesta pousada onde para chegar era necessário andar por uma estrada de terra, desviando de cavalos e vacas, oferece internet sem fio, imagine em um shopping.
Pois é… Nos shoppings hoje em dia você encontra várias conexões disponíveis. Existe a conexão oficial do shopping e conexões oferecidas pelas lojas. As que são de uso interno são encriptadas. Já os que são de uso dos clientes têm que ser aberta. Até aí normal, o problema é quando a rede oferece ao usuário o controle da própria rede. Sim… Uma rede aberta, sendo que o access point está com o IP padrão, usuário admin e SEM SENHA. Eu não estou falando de uma rede wireless oferecida por um botequim da esquina, mas sim por uma grande empresa de comércio alimentício. Se fosse uma rede com fios, onde você oferece um computador restrito pro usuário pode ser até aceitável, mas uma rede sem fio onde qualquer um pode acessar com o próprio computador… Sem comentários.
O access point estava configurado para se conectar via PPPoE, ou seja, alguém o configurou. Será que é muita coisa colocar uma senha? Falta de segurança tem limite?
Aqui está o vídeo da palestra sobre máquinas virtuais. Nessa palestra foi abordado um pouco de teoria sobre virtualização e uma demostração de virtualização com o Xen.
Ontem começou o IV Ciclo de Palestras sobre Software Livre que é realizado a cada dois anos pelo Centro de Informática do campus da USP de Ribeirão Preto (CIRP).
Ontem tivemos palestras muito legais como a do Cláudio Crossetti Dutra da CELEPAR falando sobre o uso e o desenvolvimento de Software Livre no governo do estado do Paraná, a palestra sobre monitoramento de redes com Nagios proferida por Leandro Barbosa Cerantola da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto e Daniel Barcelini do CIRP e a palestra do Fábio Akita sobre Ruby on Rails.
Hoje continuamos com o Ciclo de Palestra, merecendo destaque para as palestras: Cluster e Grids em Software Livre apresentada por Carlos Fernando Assis Paniago da Embrapa, Tutorial de PostgreSQL apresentada por André Luiz Fortunato da Silva do CIRP e acredito eu que nessa lista também posso acrescentar a palestra sobre Maquinas Virtuais apresentada por mim (Não sou muito modesto! Se eu não me elogiar, quem vai?).
Amanhã, o ultimo dia do Cliclo, promete. Teremos as palestras:
Software Embarcado - Marcelo Barros de Almeida - (Smar)
Programando em shell-script: Para quê? - Fabiano Caixeta (FEARP/USP)
Middleware Ginga e TV Digital no Brasil - Prof. Alvaro Mario Gerra da Veiga (Multimedia Networking TeleMidia Lab - PUC-Rio)
Automatização do Processo Eleitoral Brasileiro, uma História de Sucesso - Giuseppe Dutra Janino (Tribunal Superior Eleitoral - Brasília-DF)
Pois bem, estou neste momento tendo uma experiêcia interessante em meu trabalho. Estou tendo que desenvolver um layout para um site. Algum programador é bom em desenvolver layout? Bom, creio que a maioria deva compartilhar da mesma idéia que eu: “Não sou bom pra criar layouts”.
Mas como ordem é ordem, e não tenho uma posição hierárquica privilegiada comecei a me aventurar. Me passaram o seguinte: “Daniel, a página tem que ser clean e fácil de achar as coisas pois a de hoje é horrível!”. Na primeira reunião definimos que iria ter um menu lateral a esquerda, uma série notícias no centro, e fotos se alternando na direita. Fiz isso, coloquei fundo degradê, bordas arredondadas quando fui mostrar o layout recebo o comentário de um: “O layout está pobre!”, recebo o comentário de outro: “O layout está bom!”.
O problema de layout é muito o gosto. Eu adoro os layouts criados pelo google, que em sua maioria são simples, porém muito funcionais. Conheço gente que acha pobre! Existe o ditado: “Gosto, mulher e religião cada um tem o seu”, mas como criar um layout então que é acessado por várias pessoas que tem vários gostos.
No fim das contas foi feita 7 versões de um layout e 3 versões de outro. Estamos tendendo a terceira versão do segundo layout. Como é? Página branca, menu horizontal em cima, notícias e fotos no corpo da página e alguns links em forma de ícone em baixo. Diferencial: sem linhas, fundo branco, cantos arredondados e poucas itens. (Totalmente diferente do layout definido na reunião.)
Ficou legal, mas ainda ninguém bateu o martelo. Quando ficar pronto coloco o link.
Saiu no Dicas-L um teste para saber qual a melhor distribuição para quem vai começar a utilizar Linux. Achei bem legal o teste, ele faz várias perguntas “medindo” seu nivel de conhecimento e de disposição para realizar “manobras mais complicadas”.
Na Alemanha a polícia tem permissão para instalar spywares nos computadores de suspeitos de práticas terroristas. Agora você me pergunta: Como? Que aliás é uma pergunta bem pertinente, e a resposta é simples: Por e-mail!
A Polícia está autorizada a enviar e-mails maliciosos (esses e-mails são chamados assim - pelo menos no Brasil).
Aí você me fala: “Ok! Mas isso é motivo pra você postar no seu blog?”
Mas claro que não!!! Isso tudo é só uma introdução pra notícia que vem agora: No estado alemão da Bavária, em caso que exista suspeitas imediatas de ameaças à vida, a polícia local pode instalar spywares de outra forma: ENTRANDO NA CASA DO SUSPEITO SEM QUE SEJAM NOTADO.
Agora me diz uma coisa, um terrorista vai deixar seu computador desprotegido de senhas? Eu fico imaginando a cena dos policiais hackeando o Sistema Operacional do suspeito. Imagine se o cara utilizar o Linux por exemplo! Ja pensou o trabalho que o policial vai ter para instalar o trojan? Ele pode dar a desculpa: “Poxa chefe! Eu só levei o cd pra Windows e Mac, o de Linux ficou na delegacia”.
Como prometido aqui está a segunda parte do tutorial de Xajax. Neste tutorial nos iremos ver como pegar valores de um formulário com o Xajax. E veremos também uma forma de resposta diferente do addAlert. Até a terceira parte!!